Thursday, July 09, 2009

Telenovela: Soap Opera

Festival 3x3: Artes Performativas na Beira-Rio
Gaia Capital da Cultura do Eixo Atlântico





O ponto de referência é a atracção central de toda telenovela, que tem sido o interesse na sequência narrativa. Esta narrativa se desenvolve através de cenas que se repetem, geralmente impregnadas de uma ideologia dominante conservadora que determina quais são as escolhas “correctas” dentro da esfera da nossa sociedade.

Criam-se fundamentalmente dramas, como se as personagens vivessem em ciclos de eventos catastróficos, tornando as consequências das acções mais importantes que as próprias acções.

A narrativa é sempre familiar: os mistérios da paternidade, as lágrimas dum amor não correspondido, a mulher má, a boa mãe, o sedutor malvado. As estratégias dramáticas seguem uma cadeia de coincidências de segredos e revelações e há um excesso de intriga.

È um espectáculo para um actor e uma bailarina cuja realização criativa é resultado de uma estreita colaboração entre a dança e o teatro.

O espectáculo explora vários recursos da expressão humana o fascínio pelos contadores de histórias, a imaginação romântica, e o que estas narrativas podem dizer sobre a vida real e a fantasia das mulheres e dos homens.

Ficha Artística e Técnica

Concepção e Coreografia
Andrea Gabilondo

Intérpretes
Andrea Gabilondo
Viriato Morais

Realização de Vídeo
Luís Miguel Pereira

Desenho de Luz
Eduardo Brandão

Operação técnica

Margarida Silva

Espaço cénico e figurinos
Susanne Rösler

Sunday, June 21, 2009

Telenovela: Soap Opera


From the 23rd to the 31st of August

Telenovela (Afternoon Soap)

Theatrical Choreography for an Actor and a Dancer

Length: 53 minutes


Afternoon Soap explores in an ironic way the world of soap-operas: - the daily afternoon drama. .

The structure of the choreography follows free narrative sequence and inconclusive ending of each episode as in television soap-operas. The interruptions of climatic moments by commercials are always present, returning abruptly to completely new circumstances and settings.

Dramas are built as if the characters live through cycles of never ending catastrophic events. It follows a familiar narrative: infidelity, secrets, pain, secrets and an excess of intrigue. The characters are one dimensional- for example, “the good wife” and “the evil seducer”.

This work is conceived for an actor and a dancer. The two disciplines are interwoven-, dance and theatre become unified aspects of a unique performance language.

Exploring the possibilities of human expression though telling the story of daily domestic drama, it is a portrait of the romantic imagination and fantasies of men and women.


Cast


Conception and Choreography

Andrea Gabilondo

Music

Elena Katz-Chernin

Ray Brown

Nicola Piovani

Permendes Hernández

TNX

Performers

Andrea Gabilondo

Viriato Morais

Vídeo Artist

Luis Miguel Sousa

Lights and Sound

Francisco Tavares

Stage Design and Costumes

Susanne Rösler




Tuesday, June 16, 2009

FORA DE HORAS- DOIS CONCERTOS

Sábado 27 de Junho às 18h


Recital de Violoncelo e Piano


Violoncelo – Bruno Pinto Cardoso

Piano- Raquel Cunha




(fotografia de Paulo Nogueira)

Obras de: Béla Bartol, Heitor Villa_Lobos, Augusto Machado, Gyorgy Ligeti e Claude Debussy


Bruno Pinto Cardoso


Iniciou os seus estudos em Braga, tendo ingressado aos 18 anos na Academia Nacional Superior de Orquestra, em Lisboa, onde estudou com Paulo Gaio Lima. Prosseguiu estudos de aperfeiçoamento em Paris, tendo sido aluno de Xavier Gagnepain, como bolseiro do Ministério da Cultura.

Frequentou MasterClasses e aulas particulares com Luís Claret, Janos Sarker, François Guye, Márcio Carneiro, Jeroen Reuling, Steven Isserlis, Natalia Gutman, entre outros. Teve aulas de violoncelo barroco com Anner Bylsma e Roel Dieltiens.

Foi seleccionado para representar Portugal na Orquestra de Jovens do Mediterrâneo e na Orquestra Mundial das “Jeunesses Musicales”.

Foi finalista do ‘Prémio Valentino Bucchi 2002’ realizado em Roma, dedicado à música do último século.

Violoncelista Efectivo da Orquestra Nacional do Porto desde Setembro de 2000, foi primeiro violoncelo em várias orquestras académicas e profissionais, tais como a Orquestra Académica Metropolitana, Orquestra de Câmara de Braga, Orquestra “Sinfonia B” (Lisboa), Orquestra de Jovens do Mediterrâneo, Ensemble de Terras do Sousa, Orquestra de Câmara da Axa Seguros, Filarmonia de Gaia. Colaborou ainda por diversas vezes com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, Remix Orquestra e Orquestra Barroca da Casa da Música.

Realiza regularmente recitais a Solo e com Piano, tendo tocado nas principais cidades portuguesas e também fora do país, em cidades como Roma e Paris, e foi apoiado pelo Ministério da Cultura em alguns desses concertos.

Em 2004 editou um CD ao vivo em Roma, com obras de Brahms, Messiaen, Debussy e Braga-Santos, juntamente com o pianista Sérgio Coelho. Nos recitais trabalhou também com Luís Pipa, Sofia Vinogradova, Joana David, e mais recentemente, com Olga Vassilieva e Raquel Cunha.

Participa regularmente em concertos de música de câmara, tendo fundado o Quarteto Keops, que aborda não só os clássicos como também o jazz, tango, pop/rock, e outros estilos. Colaborou ainda com os Portocello Ensemble, Vox Angelis, Divino Sospiro, Ensemble Suggia, para além de várias outras formações camarísticas.

Na área do teatro teve participações enquanto músico no Teatro Experimental de Cascais e Companhia de Teatro de Braga.

Noutras áreas da música, desenvolveu trabalhos interessantes em estilos como o Tango, Jazz, Musica Popular, Flamenco, música Latino-Americana, música Oriental, tendo colaborado com Pedro Jóia, Walter Hidalgo, Sérgio Godinho, Carlos Araújo, Sandy Kilpatrick, entre outros músicos. Alguns destes projectos estão editados em CD, o último dos quais com o grupo “Rádio Club Nora”, que revisita clássicos da canção portuguesa. Os seus trabalhos mais recentes nesta vertente musical foram uma série de concertos em duo com a cantora argentina Georgina Hassan, e uma colaboração com o cantor brasileiro Seu Jorge, na Casa da Música.

Recentemente foi convidado a realizar um recital no Instituto Franco-Português em Lisboa, transmitido em directo para a Antena 2.

No presente ano frequenta o Mestrado em Música-Interpretação na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo, onde tem como professor o violoncelista Jed Barahal.


Raquel Cunha

Ana Raquel Cunha é natural de Vila Nova de Gaia. Iniciou os seus estudos musicais na Academia de Música de Vilar do Paraíso, onde concluiu o curso complementar de piano (8ºgrau), na classe do professor Mário Jorge Alves. Actualmente é finalista do curso superior de piano na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto (ESMAE), onde integra a classe do professor Luís Filipe Sá.

Frequentou masterclasses sob a direcção dos professores Luiz de Moura Castro, Pedro Burmester, Sequeira Costa, Miguel Borges Coelho, Fausto Neves, Roger Muraro, Erkki Lahesmaa.

Acompanhou o Coro da Sé Catedral do Porto em ensaios sob a direcção do maestro Marc Tardue.

Apresentou-se em salas como Auditório Municipal de Gaia, Cine-Teatro Eduardo Brazão, Teatro Helena Sá e Costa, Clube Literário do Porto, Café-Concerto do Rivoli, Auditório da Ordem dos Médicos (Porto) e Salão Teresa Macedo da Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto. Em Maio de 2007, apresentou-se na Sala Suggia da Casa da Música, num concerto da ESMAE, onde interpretou a obra “Magnificat” de Berio, para dois pianos, ensemble instrumental e coro.

Em música de câmara trabalhou com diversas formações, como trios com violino e violoncelo, canto e clarinete, violino e flauta, tendo-se apresentado em salas do norte do país. Actualmente trabalha com o violoncelista Bruno Pinto Cardoso, com quem se apresentou num ciclo de recitais em 2008, no Porto, Matosinhos, Braga e Vila Nova de Gaia, assim como num concerto no Instituto Franco-Português, em Lisboa, em directo para a Antena 2, a 9 de Dezembro do mesmo ano.

Faz parte do corpo docente e é pianista acompanhadora do Círculo Portuense de Ópera. É também pianista acompanhadora dos coros do Orfeão da Madalena, com os quais tem actuado em variadas salas de Portugal e Espanha; participou com o coro sénior num concurso em Praga, em Novembro de 2008, onde obtiveram um 2ºprémio. Acompanha regularmente concertos com o Coro dos Colaboradores da AXA Seguros.

Foi convidada a colaborar com a Orquestra Nacional do Porto em concertos em Setembro e Outubro de 2008.

De momento exerce funções de docente na Escola de Música Tempus, tendo no ano transacto leccionado na Academia de Música de Vilar do Paraíso.


Domingo 28 de Junho às 18h


Bela Dupla


Guitarra – Francisco Moura Relvas

Voz e Percussão- Tilike Coelho


Música Brasileira


Tilike Coelho


Nasceu no Brasil, em 1959.
Músico, actor e encenador, teve entre seus professores os músicos Tom Zé, Madalena Bernardes, Paulo Barnabé e Stênio Mendes, o encenador Ilo Krugli, as bailarinas Daraína Pregnolato (leitura e análise do movimento – Método Laban) e Ana D'Andrea (improvisação) e o escritor João Silvério Trevisan.
Em Portugal, onde vive desde 1992, fundou com a coreógrafa e bailarina Ana D'Andrea, o Núcleo Arquipel de Criação, no âmbito do qual compôs a música dos espectáculos "Encantatórios", "Lua e Meia", "Ananké: dança das procuras", "Cavalos" e "Sopro", entre outros. Realizou, junto com Joaquim Carvalho, a direcção musical de "Os Saltimbancos" e "O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá", em colaboração com Gianasiano – Escola de Dança.
Trabalhou, como compositor e director musical, para diversos grupos teatrais portugueses, entre os quais Teatro Bruto, Teatro Art'Imagem, Teatro Nacional São João e Teatro Pé-de-vento, no Porto; A Escola da Noite, Cena Lusófona e O Teatrão, em Coimbra; Quinta Parede e TFA – Teatro de Formas Animadas, em Vila do Conde.
Trabalhou com os encenadores Fernando Villar, Hugo Rodas, José Caldas, Marcelo José, João Luís, Roberto Merino, Stephan Stroux, Marcelo Lafontana, dentre outros.
Encenou "No Enquanto", a partir da obra de Mia Couto (PAP – Prova de Aptidão Profissional de alunos finalistas da Academia Contemporânea de Espectáculo); "Essoutro", a partir da obra de Mia Couto, e "Grupo de Vanguarda", de Vicente Sanches (TUP – Teatro Universitário do Porto); e "Pinóquio" (Teatro Art'Imagem).
É músico-acompanhador na Escola de Dança Ginasiano. É professor na ESMAE-Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo, no Porto.



Monday, June 08, 2009

CONCERTO: DET.COM "DIÁLOGOS"

Domingo 14 de Junho às 18h

Estúdio La Marmita

Rua da França 6, Ribeira de Gaia

Mapa


Tilike Coelho: percussão e voz

Robert Glassburner: fagote eléctrico e samples


Uma investigação musical sobre rituais imaginários

Preço: 5 euros


Reservas:

La-marmita@netcabo.pt

91-750-89-51


Tilike Coelho

Nasceu no Brasil, em 1959.
Músico, actor e encenador, teve entre seus professores os músicos Tom Zé, Madalena Bernardes, Paulo Barnabé e Stênio Mendes, o encenador Ilo Krugli, as bailarinas Daraína Pregnolato (leitura e análise do movimento – Método Laban) e Ana D'Andrea (improvisação) e o escritor João Silvério Trevisan.
Em Portugal, onde vive desde 1992, fundou com a coreógrafa e bailarina Ana D'Andrea, o Núcleo Arquipel de Criação, no âmbito do qual compôs a música dos espectáculos "Encantatórios", "Lua e Meia", "Ananké: dança das procuras", "Cavalos" e "Sopro", entre outros. Realizou, junto com Joaquim Carvalho, a direcção musical de "Os Saltimbancos" e "O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá", em colaboração com Gianasiano – Escola de Dança.
Trabalhou, como compositor e director musical, para diversos grupos teatrais portugueses, entre os quais Teatro Bruto, Teatro Art'Imagem, Teatro Nacional São João e Teatro Pé-de-vento, no Porto; A Escola da Noite, Cena Lusófona e O Teatrão, em Coimbra; Quinta Parede e TFA – Teatro de Formas Animadas, em Vila do Conde.
Trabalhou com os encenadores Fernando Villar, Hugo Rodas, José Caldas, Marcelo José, João Luís, Roberto Merino, Stephan Stroux, Marcelo Lafontana, dentre outros.
Encenou "No Enquanto", a partir da obra de Mia Couto (PAP – Prova de Aptidão Profissional de alunos finalistas da Academia Contemporânea de Espectáculo); "Essoutro", a partir da obra de Mia Couto, e "Grupo de Vanguarda", de Vicente Sanches (TUP – Teatro Universitário do Porto); e "Pinóquio" (Teatro Art'Imagem).
É músico-acompanhador na Escola de Dança Ginasiano. É professor na ESMAE-Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo, no Porto.


Robert Glassburner

Natural dos Estados Unidos, estudou na Wichita State University com Michael Dicker e Dennis Michel, com Harold Goltzer da Filarmónica de Nova Iorque e com Arthur Weisberg na Yale School of Music (Masters of Music) (1979).

Foi fagotista solista na Connecticut Philharmonic (1979), na Orquesta Sinfónica de Maracaibo, Venezuela (1980-83), na Ópera do Teatro de Bellas Artes- Cidade do México (1983-85), e no Teatro S. Carlos- Lisboa (1985-1989). Como freelancer em Holanda, foi associado com a Limburgs Symphonie Orkest- Maastricht, o Ensemble Ad Libitum- Maastricht, a Orquesta Sinfónica de Galicia, e a Radio Filharmonisch Orkest- Hilversum (1990-1993).

Foi artista convidado no Orlando Festival (Holanda), 1992.

Foi premiado na National Collegiate Solo Competition e no Concours International de l’UFAM (Paris).

Leccionou fagote e música de câmara na Escola Profissional de Viana de Castelo e na ARTAVE (1993-1995). Desde 1995 é professor de fagote e música de câmara no Conservatório de Música do Porto e na Escola Profissional de Espinho.

Foi professor convidado na ESMAE para leccionar contrafagote (2004-2005).

Foi convidado dar masterclasses nas seguintes instituições:

Escola Superior da Música e Artes de Espectáculo- Porto (repertório orquestral) 1997

Festival Música Viva (novas técnicas instrumentais) 1999

Escola Superior das Artes Aplicadas- Castelo Branco (contrafagote) 2005

Wichita State University, EUA 2005

Royal College of Music, Londres 2006

Foi convidado tocar como solista nas seguintes festivais:

Encontros de Música Contemporânea da Fundação Calouste Gulbenkian (1994)

Festival Internacional de Musicas Contemporâneas de Lisboa (1998)

Festival Internacional de Electroacústica “Musica Viva” (1999)

Foi responsável pela organização dos concertos de música de câmara no Teatro Vilarinha, Porto (1997-2004)

Em 1993 ingressa na Orquestra Nacional do Porto onde toca actualmente como fagotista solista A.

É co-fundador de La Marmita


Tuesday, June 02, 2009

Luso-Helvetic Ensemble


Luso-Helvetic Ensemble

Beatrix Graf, Clarinetes # Susana Dias, Fagote # Stephan Hodel, Schwyzerörgeli (acordeão suiço)

Recitais no Porto

Sexta-Feira, 5 de Junho às 23h - Clube Literário do Porto

Sábado, 6 de Junho às 21h - Espaço La Marmita, Vila Nova de Gaia

Domingo, 7 de Junho às 18h - Espaço La Marmita, Vila Nova de Gaia

Rua de França, 6 - Ribeira de Gaia (junto às Caves Sandeman)

Programa inclui obras de Beethoven, Francis Poulenc, Gordon Jacob, Alexandre Delgado (Portugal),

Albert Moeschinger e Stephan Hodel (Suiça).


Estreia de trio para clarinete, fagote e schwizerorgeli e ainda Arranjos de Música Popular Suiça e Portuguesa :)

www.myspace.com/lusohelvetic

www.lamarmita.blogspot.com

reservas: la-marmita@netcabo.pt / Entradas - 5€


Tuesday, May 05, 2009

Happy Hour/Sábado 23 de Maio

Cada terceiro Sábado do mês até Outubro no Estudo La Marmita, acontecem coisas. O espaço está aberto com diferentes propostas artísticas: conversas, leituras de poesia, dança, teatro, música, ensaios abertos, performances, jam sessions e muito mais.

Por só 8.50 euros como entrada pode assistir a um, dois ou três eventos, conversar com os artistas e até colocar a vossa proposta para um futuro Sábado.


Venha a compartilhar connosco estas tardes de palco.


Sábado 23 de Maio

Chambre des petits rêves

…Sonho dentro de sonhos a cair de sono…

Interpretação e Coreografía: Isabel Ariel


“Chambre des petits rêves é uma peça que gravita em torno de um tema pessoalmente fascinante que é o do quarto como espaço de intimidade protegida, um lugar predilecto, de abrigo, de devaneio.

Interessa-me a dimensão espaço, espaço interior/exterior, superfície/profundidade, singular/plural. Neste trabalho exploro especificamente a ideia do quarto-pele, um quarto vivo, a pele como território, que pulsa, que se transmuta, expande e retrai, que se abandona. Em Chambre des petits rêves, o personagem mergulha no universo onírico onde diversas moradas-pele se interpenetram procurando o seu “canto no mundo”.



hambre des petits rêves, foi estreado a 29 de Fevereiro de 2008, no Teatro Aveirense, enquadrado no programa Dança Fora de Horas.



A Entrevista (Um Día Difícil)


Solo para uma bailarina desesperada

Interpretação e Coreografía: Andrea Gabilondo

Sátira coreográfica que gira em torno do stress causado pelas situações limite da vida quotidiana.



Suite Nº2 For A "Cóngrio con Guisantes"

Performance Culinária
Concepção e Performance: Vincent Aranda



Uma performance culinária realizada por um chef performativo

Monday, May 04, 2009

Festival da Fábrica/ Sábado 9 de Maio

Experimento 1 – Sofia Fitas (PT)




Experimento 1 questiona a percepção e a representação do corpo. Cada sequência da peça fragmenta o corpo e revela não a sua identidade, mas sim a sua multiplicidade, as suas potencialidades e os seus limites. Experimento 1 desenvolveu-se a partir de uma inspiração no conceito deleuziano de Rizoma, que serviu como estímulo à experimentação e pesquisa coreográfica. Uma inspiração que serviu sim como estímulo criativo, como mecanismo que permitiu encontrar diversas e diferentes propostas ao desenvolvimento deste "objecto" artístico, ou seja, a procura de um corpo como possibilidade e não como identidade.Um trabalho que aborda a fragilidade, a sensibilidade, a inquietude, a estranheza e poesia de um corpo, o seu desejo de comunicação e de expressão, que o levam ao encontro e confronto com limites. Estes limites funcionam como impulso e estímulo à criação de agenciamentos, que permitem a continuação, a transformação, a derivação do corpo noutras multiplicidades. Um corpo e o seu movimento, que se constituem através de trajectos, que se cruzam, se afastam, se sobrepõem e que não pretendem ser conclusivos, nem definitivos, antes pelo contrário, procuram ser divergentes e capazes de estabelecer relações. Um jogo empreendido pelo corpo e seu movimento, que põe em relevo e em diálogo: possibilidades, potencialidades, o real e o virtual, o visível e o invisível.
Coreografia e interpretação: Sofia FitasMúsica: Ru*mor*Cenário e figurino: Ivana CatovicSuporte Som à Pesquisa Coreográfica - Carlos Vieira Apoios ao projecto: Forum Dança, Espaço Evoé, Espaço Sou Movimento, João Garcia Miguel, Fundação Calouste Gulbenkian, Instituto Camões de Paris, Les Bancs Publics, Centre National de la Danse, Les Studios